segunda-feira, 10 de abril de 2017

Relator deve apresentar texto da reforma da Previdência na próxima semana, diz Meirelles
Ministro da Fazenda disse que as mudanças na proposta devem preservar os ganhos fiscais ao país.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta segunda-feira (10) que há expectativa de que o texto do relator da reforma da Previdência seja apresentado na próxima semana. Ele defendeu a importância de que as mudanças em curso na proposta inicial do governo preservem o ganho fiscal para o país.

REPORTAGEM COMPLETA PORTAL G1

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017


CCJ do Senado aprova Alexandre de Moraes para STF; plenário vota nesta quarta
Ministro licenciado da Justiça teve indicação aprovada por 19 votos a 7; indicado por Temer, se tiver o nome aprovado, substituirá Teori Zavascki, que morreu no mês passado.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Caos no Espírito Santo: líder sindical é morto a tiros e temperatura da crise aumenta

Sindicalista foi encontrado morto no carro, com um tiro na cabeça, por volta das 7h da manhã, em Vila Velha.

Em mais um dia de violência no Espírito Santo, o presidente do Sindicato dos Rodoviários de Guarapari (Sintrovig), Wallace Barão, foi encontrado morto a tiros dentro do carro, na manhã desta quinta-feira. A informação foi confirmada ao EL PAÍS pelo presidente do sindicato da Grande Vitória, Edson Bastos.

O corpo do sindicalista foi localizado por volta das 7h da manhã, em Vila Velha, na região metropolitana de Vitória, onde morava. Segundo Bastos, ele trabalhava como cobrador para a viação Sanremo.
Após a notícia da morte de Barão, o Sindicato dos Rodoviários de Vitória determinou que todos os ônibus na região metropolitana voltassem aos terminais e informou que o serviço será paralisado por tempo indeterminado devido à falta de segurança.
Ainda de acordo com Bastos, motoristas foram ameaçados nesta manhã quando parte da frota dos coletivos voltaram às ruas a pedido do Governo. Algumas pessoas ameaçaram colocar fogo nos coletivos que circulassem. “Essa é a segunda vez que o executivo promete segurança para que os ônibus voltem às ruas e falha. As tropas do Exército apareceram nos terminais com duas horas de atraso”, disse.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Eike é alvo de mandado de prisão em operação ligada à Lava Jato


A Polícia Federal tenta cumprir desde o início da manhã desta quinta-feira (26) um mandado de prisão preventiva (sem data para terminar) contra o empresário Eike Batista. A ação faz parte da Operação Eficiência, segunda fase da Calicute, braço da Lava Jato do Rio.
Os policiais chegaram à casa do empresário, localizada no Jardim Botânico, zona sul, por volta das 6h da manhã. O empresário, no entanto, não está no Brasil, segundo apurou o UOL. Neste momento, ele é considerado foragido pela Justiça. Contra ele também está sendo cumprido mandado de busca e apreensão.
Eike é investigado por corrupção ativa por ter pagado propina para o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) utilizando um contrato fictício. A reportagem ligou para o celular do advogado de Eike, mas não conseguiu o contato. A assessoria de comunicação do grupo EBX, de Eike, ainda não foi localizada.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Por decreto, Trump retira EUA da Parceria Transpacífico.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (23) uma ordem executiva para iniciar a saída do país do Tratado de Associação Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), negociado pelo governo de Barack Obama e visto como um contrapeso à crescente influência econômica e política da China.
A iniciativa é a primeira decisão do novo presidente republicano, que durante a campanha denunciou com veemência o que chamou de acordo "terrível", que "viola", segundo ele, os interesses dos trabalhadores norte-americanos.
"Temos falado muito disso durante muito tempo", disse Trump enquanto assinava a ordem executiva no Salão Oval da Casa Branca. "O que acabamos de fazer é uma grande coisa para os trabalhadores americanos", acrescentou.


Fonte

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

A Justiça de Renan não é a mesma que ele fez valer para Dilma

Renan foi fiel à Constituição quando lhe coube votar pelo impeachment, mas agora a despreza quando não está de acordo com ela.


No Senado, a mesa diretora, responsável pela direção dos trabalhos da casa, decidiu, nesta terça, não respeitar a ordem de um ministro do Supremo Tribunal Federal de afastar o presidente Renan Calheiros, algo inédito na história da República, segundo observares políticos. A decisão, porém, não representa a posição de todos os senadores da Casa, que soltaram cobras e lagartos contra os colegas da Mesa que apoiaram Renan, em contraposição ao Supremo.

Já no STF, o ministro Gilmar Mendes falou abertamente ao jornal O Globo nesta terça que o seu colega Marco Aurélio de Mello deveria sofrer impeachment. Marco Aurélio acatou a ação cautelar da Rede Sustentabilidade para afastar Renan do cargo de presidente da Casa uma vez que o senador tornou-se réu por peculato, em decisão tomada pelo mesmo Supremo na semana passada. A votação terminou em 8 a 3. Mendes foi um dos três contra a decisão da maioria dos ministros da corte de que o presidente do Senado deveria tornar-se réu na ação por suspeitas de ter pago pensão alimentícia a uma filha com dinheiro desviado de verbas de seu Gabinete. Agora, ele joga gasolina numa fogueira que acaba atingindo até mesmo o poder da presidenta do Supremo, Carmen Lúcia, diz o cientista político Rudá Ricci. Coube ao ministro Luís Barroso lembrar que a desobediência do Senado é o mesmo que um golpe de Estado.

É nesse clima que o plenário do Supremo deve julgar nesta quarta se Renan será afastado em definitivo – Gilmar não vota, pois estará num encontro de magistrados em Estocolmo, aparentemente mais importante do que o incêndio que ajudou a formar no Brasil. Manter Renan no poder seria um escândalo aos olhos da opinião pública, que está pelas tampas com a cultura do jeitinho e das maracutaias na classe política, como mostrou mais um protesto de rua no domingo passado. Tirá-lo colocaria em risco a votação da PEC do Teto de Gastos, necessária para os planos deste Governo de sanar as contas públicas para, segundo eles, voltar a crescer.